segunda-feira, 21 de maio de 2012
Lance Armstrong vence 70.3 Florida
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Ironman 70.3 Florida

Neste final de semana acontece o 70.3 Florida, que conta com mais de 2000 atletas dentre eles uma figura que está ficando carimbada nas provas de 70.3, Lance Armstrong.
Male Pro’s:
1. David Kahn, USA
2. Ed Donner, USA
3. Tyler Lord, CAN
4. Lance Armstrong, USA
5. Zach Ruble, USA
6. Jimmy Archer, USA
7. Andres Castillo, COL
8. Pablo Montoya, CRI
9. Josh Seifarth, CAN
11. Fabian Rahn, GER
12. Jim Lubinski, USA
13. Andrew Hodges, USA
14. Michael Poole, USA
15. Chris Huff, USA
16. Julien Biboud, CAN
17. Raymond Botelho, USA
18. Jason Watson, USA
19. Andrew Langfield, USA
20. Stephen Dyke, CAN
22. Flo Kriegl, AUT
23. Mauro Cavanha, BRA
24. Martin Lamonatgne-Lacasse, CAN
25. Francesc Godoy, ESP
26. Chris Bagg, USA
28. Bojan Maric, USA
29. Maxim Kriat, UKR
Female Pro’s:
36. Nina Kraft, GER
37. Ashley Clifford, USA
38. Mandy McLane, USA
41. Heather Leiggi, USA
42. Amber Ferreira, USA
43. Erica Urquiola, USA
45. Fiorella Dcroz, COL
46. Angela Axmann, USA
47. Missy Kuck, USA *
48. Terra Castro, USA
49. Natasha Yaremczuk, CAN
50. Paolina Allan, CAN
51. Jessica Jacobs, USA
52. Amanda Stevens, USA
53. Melody Ramirez, MEX
54. Jennifer Tetrick, USA
55. Tamara Kozulina, UKR
Originally from: http://ironman.com/events/ironman70.3/florida70.3/seven-time-tour-champion-one-of-the-favorites-for-sundays-race#ixzz1vEWxaG99
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Danilo Campeão Balmam Vice no Sul-Americano de Duathlon
Foi disputado na tarde deste sábado, 12 de maio, o Campeonato Sul-Americano e Brasileiro de Duathlon, na cidade de Sapiranga, no Rio Grande do Sul. Mais de 100 atletas do Brasil, Argentina e Venezuela participaram da prova que valia como seletiva para o Campeonato Mundial da modalidade.
O percurso plano e asfaltado agradou os competidores que percorreram 10 quilômetros de corrida, 40 quilômetros de ciclismo e mais 5 quilômetros de corrida. O brasileiro Danilo Pimentel foi o primeiro a cruzar a linha de chegada com o tempo de 1h52min18s.
O campeão brasileiro de duathlon em 2011, Alexander Loiola Gomes, chegou na segunda colocação com 1h53min22s, e Ernani de Souza foi o terceiro, com 1h55min17s.
Na prova feminina o domínio foi das estrangeiras. As venezuelanas Karla Urbina e Sandra Sarmiento se revezaram na liderança até a última parte de corrida quando Karla abriu vantagem e venceu com 2h08min22s.
Sandra chegou em segundo com 2h09min28s e a argentina Maria Soto foi a terceira com 2h16min12s. As brasileiras mais bem colocadas foram Carolina de Lima Furriela, campeã da categoria sub-23 e terceira na geral feminina, e Leila Liana Anchieta, quarta colocada na elite.
Confira os campeões da elite masculina e feminina:
Elite masculina
1 Danilo Pimentel (Brasil) - 1h52min18s
2 Alexander Loiola Gomes (Brasil) - 1h53min22s
3 Ernani de Souza (Brasil) - 1h55min17s
4 Diefferson Felix (Brasil) - 1h55min39s
5 Jorge Calvo (Argentina) - 1h56min21s
Elite feminina
1 Karla Urbina (Venezuela) - 2h08min22s
2 Sandra Sarmiento (Venezuela) - 2h09min28s
3 Maria Soto (Argentina) - 2h16min12s
4 Leila Liana Anchieta (Brasil) - 2h17min05s
5 Lucia Moyano (Argentina) - 2h17min27s
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Pamela Oliveira Vice Campeã na Copa do Mundo de Huatulco

quarta-feira, 2 de maio de 2012
quinta-feira, 26 de abril de 2012
10º no Ironman África
![]() Do que são feitos os campeões? Como o metal mais quente para ser forjado, os campeões precisam de muito fogo, calor extremo e suor. Se as melhores coisas da vida fossem fáceis. Todos teriam. Se diamantes fossem comuns, seu valor seria muito baixo. Se competir em triathlon fosse algo fácil, garanto que muitos não teriam prazer nisso.
Sem passar por inúmeras dificuldades, incontáveis decepções e frustrações, pensamentos negativos e grandes cargas de esforço o outro lado não seria tão especcial. A alegria de enfim ter uma realização no esporte certamente é como um diamante valioso. Como muitos de vocês sabem estive competindo no Ironman da África do Sul neste final de semana. Estou extremamente feliz por ter escolhido essa prova no meu calendário. Mais contente ainda por ter sido em 2012, o “dia do triathlon em um furacão” em Port Elizabeth. Digo novamente: estou muito feliz que tenha escolhido essa prova! Parece que agora eu subi um novo degrau em relação ao conhecimento pessoal. O medo pelo que me aguardava era gigante. Seis horas da manhã me dava calafrios ao olhar meu material sendo fustigado pela tempestade. E eu parado, em pé, mãos congeladas de frio. Pensava se seria possível o que estava acontecendo... Olhei para as minhas rodas de carbono (disco traseira e 50mm dianteira) já sabendo ser má escolha para situação. Isso me deu mais receio. A água do mar, além de absurdamente agitava, estava congelante. E eu feliz por estar ali, apesar de tudo. Afinal os atletas ao meu lado não sabiam o que tinha passado para estar ali. Já tinha aguentado muito treino e algumas decepções no caminho. O Ivan Albano disse “largada tensa essa hein!”, puxa realmente. Não dava pra ouvir muita coisa com o vento alto desse jeito e o mar agitado à nossa frente. O fato foi que não estive muito bem no último mês. Não por vontade própria. Mas a verdade é que treinei tanto que meu corpo quase entrou em colapso. Experimentei uma queda sensível de rendimento no treinamento por algum tempo. Passei a descansar mais. Duas semanas antes de iniciar a prova fiquei doente a ponto de ir para o hospital. Meu corpo estava debilitado, alguns exames de sangue mostrando perda de massa corporal. Depois uma infecção intestinal me derrubou por exatos 5 dias. Nesse tempo não pude treinar nada. Não conseguia. Tomei antibiótico e finalmente as coisas começaram a melhorar. Engraçado que me senti estranho ao tentar voltar a treinar, com mais sinais de desgaste muscular (CK-MB elevadíssimos) e um ironman em vista em 15 dias. Meu médico enfim me liberou para realizar a prova. Excelente! Só não sabia ele, nem eu, que seria o Ironman realizado nas piores condições climáticas possíveis, sendo um dos mais difíceis que se teve notícia. O que me leva novamente a tremer na largada: Preocupação. Vontade. Medo. Coragem. Sensações se misturavam em meu íntimo. Finalmente largamos. Nadamos em uma máquina de lavar. 1h depois saí da água, consciente, tranquilo. O ciclismo logo me assustou. Não comecei muito bem, sendo ultrapassado por vários atletas (saí em 8º do mar). Minha bike balançava bastante. Muito mesmo. Fiz muita força por 130km, estava em 13º . O problema foram os últimos 50km. Minhas forças se extinguiam rapidamente. Gostaria de saber o que estava acontecendo comigo, justamente quando o vento estava ainda mais forte. Tão forte que nas descidas eu mais segurava a bike do que pedalava. Joelho, ombros... Já doía tudo, quase já não tinha mais forças nos braços pra segurar a bike, nem nas pernas para pedalar. Tudo era válido para manter a bike na pista enquanto minha bike saía do chão e eu dançava na pista de um lado para o outro. Rajadas de 70km/h: assim que estava. Enfim cheguei à transição. Feliz por não ter caído e por ter terminado a etapa, mas um 18º lugar no momento não era a coisa mais interessante do mundo. Enfim, meus dois primeiros quilômetros de corrida não foram bons. Doía tudo, eu parecia lento, meu pulmão queimava... Procurei me acalmar e me alimentar bem... Logo me senti melhor. Enfim, no km 4 estava melhor. No km 10 eu estava excepcional, calmo como nunca. Sensação boa, tudo passando rápido e tranquilo. Corria cada km mais rápido. 43min nos 10km, 41min nos próximos 10, 42min do 20 ao 30km... E as coisas pesaram novamente. Ainda me sentia alimentado e com energia, mas simplesmente estava demais para um dia. Precisava parar, mas não iria. De jeito nenhum. 12km a mais e eu chegaria, eu pensava. E depois de algum tempo, 11km. “Demorou esse km hein”. Quando faltavam 4km e meu quadríceps já estavam lastimáveis, eu sabia que nada de errado poderia acontecer mais. Tinha vento a favor no final, e ajudava muito, mesmo na corrida. Certamente iria completar a prova. Não sabia que lugar estava, mas sabia que tinha passado bastante gente. Agora a chegada estava próxima e eu lembrei do que tinha passado no treino, nas horas que sofri e no que eu estava prestes a fazer. Adrenalina pura! Chegada! Como é bom chegar num ironman. Uma onda de emoção invadiu meu corpo. Eu sofri para estar aqui, longe de todos e por minha conta num país estranho. Com um treino “atrapalhado” no ultimo mês, com doenças e outras dificuldades. Enfim a recompensa. 10º lugar. Incrível, levando-se em conta tudo isso. Não abaixei a cabeça, enfrentei as dificuldades com o olhar alto, pronto pra tentar e experimentar meu físico. “Graças que terminou. Graças que eu consegui!”. É bom cruzar ter a certeza que meu psicológico é muito mais forte do que eu jamais pensei que fosse. Chorei na chegada e chorei por uma hora depois. Se eu lembro de como foi, tenho vontade de chorar de volta. Porque foi a pior dificuldade que enfrentei na carreira. E porque venci e cumpri o que me propus fazer. Também vi muitos outros exemplos lá em Port Elizabeth. Muitos atletas completaram: 1800 inscritos 1553 largaram, 1200 chegaram. Resumindo, 4 em cada 6 atletas conseguiram chegar ao final... Não porque 32% das pessoas fossem fracas, mas porque as outras 68% realmente foram muito corajosas. Foram forjadas por extremas temperaturas e a magia da realização pessoal cruzou seus corações. Lindo de se ver, um verdadeiro espírito Ironman. Guilherme Manocchio |
A moda dos campeões
Entre um treino e outro, uma maratona que incluiu maquiagem, trocas de roupas e longas sessões de fotos. Só mesmo atletas dariam conta de tantos desafios. E o convite foi aceito pelo lutador de hapkido Peterson Revay, o jogador de futebol Emerson Silva e o triatleta Guilherme Manocchio. Eles participaram de um editorial de moda que só reafirma que o esporte e o mundo fashion sempre formam uma bela dupla.
Mas o “flerte” entre os universos esportivo e da moda vem de muito tempo. Teve início, na realidade, em 1923, quando saiu das quadras de basquete o garoto propaganda da Converse All Star, marca que havia criado um tênis de performance para esse esporte. Charles “Chuck” Taylor é, provavelmente, o primeiro atleta a vincular seu nome ao mundo da moda, comprovando que essa poderia ser uma parceria de valor. O lançamento do tênis assinado por Taylor foi sucesso instantâneo.
Segundo o designer de moda Hélcio Fabri, doutorando em Comunicação e Linguagens, a imagem positiva – de vitória e superação – que rodeia o mundo esportivo serve como referência para as pessoas e também atrai os olhares de empresas. “O estilo de vida do atleta ajuda a posicionar e fortalecer a identidade dos produtos.” Fabri lembra também do ciclista Lance Armstrong. Após o esportista ganhar sete títulos consecutivos (1999-2005) no Tour de France e vencer um câncer de próstata, foi convidado a participar de campanhas publicitárias para a Coca-Cola.
Inspiração
Outra convergência entre moda e esporte está na inspiração. “A pesquisa e o lançamento de novos materiais com o objetivo de melhorar a performance do atleta fazem com que os designers de moda usem não apenas a estética associada ao sportwear, mas também os tecidos tecnologicamente avançados neste segmento”, explica Fabri. Como exemplo, ele cita Coco Chanel, que aderiu ao jérsei para a confecção de roupas femininas mais confortáveis. Além disso, a norte-americana Norma Kamali trouxe o moletom para roupas de uso diário, por meio da marca Everlast.
O triatleta

Natural de Curitiba, Guilherme Manocchio descobriu sua paixão pelos esportes ainda criança e, com 13 anos, disputou sua primeira prova de triatlon como amador. Aos 19, tornou-se um triatleta profissional, num esporte que reúne três modalidades aeróbicas (corrida, natação e ciclismo) e exige muita resistência física, o que, de acordo com ele, sempre foi o seu forte. Hoje, com 30 anos, Manocchio é pentacampeão brasileiro de triatlon de longa distância. Mesmo fora das competições, Guilherme não abre mão de roupas e acessórios esportivos, pois prima pelo conforto. E o tênis, afirma ele, é um companheiro inseparável, inclusive num look mais sóbrio. Peças de alfaiataria, como blazeres e calças de corte reto, só saem do seu guarda-roupa em ocasições mais formais.
Looks:
À esq.: camisa Crawford (R$ 189,90), calça Arad (R$ 249) e cinto de couro VR (R$ 169), paletó (R$ 547) e tênis (R$ 397), todos da Osklen.
À dir.: calça jeans (R$ 199), paletó (R$ 540) e cinto (R$ 169), todos VR; camiseta (R$ 117) e dockside (R$ 397), ambos da Osklen.
fonte: gazeta do povo caderno viver bemquarta-feira, 25 de abril de 2012
Armstrong no 70.3 St Croix
domingo, 22 de abril de 2012
Guilherme Manocchio é Top 10 no Ironman África do Sul

Abaixo resultado dos 10 primeiros colocados masculinos na prova.
ALONSO-MCKERNAN, Clemente 1/2/1 33/PRO 00:54:53 04:48:52 02:46:15 08:34:45
VIENNOT, Cyril 6/3/2 29/PRO 00:59:54 04:43:59 02:54:07 08:41:48
AIGROZ, Mike 4/4/3 34/PRO 00:57:59 04:48:02 02:55:55 08:46:04
FACHBACH, Markus 10/5/4 29/PRO 01:00:15 04:51:17 03:00:49 08:57:21
DELSAUT, Trevor 15/8/5 27/PRO 01:02:56 04:51:03 03:04:57 09:03:03
VABROUSEK, Petr 19/10/6 38/PRO 01:05:22 04:58:02 03:01:50 09:09:57
TWIGG, Craig 11/6/7 40/PRO 01:02:48 04:49:16 03:12:37 09:10:48
ROTA, Sylvain 14/7/8 28/PRO 01:02:53 04:49:15 03:15:07 09:11:24
HORNER, Kent 3/9/9 30/PRO 00:57:55 04:58:03 03:14:09 09:14:39
MANOCCHIO, Guilherme 8/14/10 30/PRO 01:00:05 05:11:21 03:04:43 09:20:56
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Fim de semana de emoções fortes para o triathlon brasileiro
![]() |
Por Marco Antônio La Porta Júnior
Este fim de semana reserva emoções fortes para o triathlon brasileiro. Serão três dias com três competições importantes que vão modificar o Ranking Brasileiro e podem decidir a classificação olímpica brasileira para Londres. Amanhã, sexta feira, será realizado em Eilat, o Campeonato Europeu de Triathlon. Alguns podem se perguntar, qual a importância dessa prova para o Brasil? A resposta é simples: é uma prova que conta pontos para o Ranking Olímpico e dá vaga direta aos campeões nos Jogos Olímpicos. Isso pode modificar não só as classificações no Ranking Olímpico como também a distribuição das vagas pelos países. No masculino, a vaga hoje é ocupada por Alistair Brownlee (GBR), que não compete esta prova. Portanto, o atleta que vencer a prova passará a ocupar esta vaga. Javier Gomez (ESP) vai largar e é um dos grandes favoritos. Se ele vencer, nada mudará na qualificação olímpica pois ele já possui uma vaga pelo ranking. Para os brasileiros nada muda pois a segunda vaga já está garantida, sendo a disputa hoje meramente interna. No feminino o quadro é diferente. A campeã do ano passado, Emmie Charayron (FRA) vai estar na prova que possui outras atletas muito fortes como Nicola Spirig (SUI), favorita da prova, Jessica Harrison (FRA), Carole Peon (FRA) e Ainhoa Murua (ESP). Pâmella Oliveira briga por uma vaga no Ranking Olímpico contra Mateja Simic (SLO) e Katrien Verstuyft (BEL) que competem em Eilat. A torcida brasileira é para que elas pontuem pouco ou não pontuem. No sábado teremos em Brasília, a 2ª Etapa do Campeonato Brasileiro de Triathlon. Reinaldo Colucci, em preparação para Londres, deve confirmar a vitória e conquistar novamente o título brasileiro. Danilo Pimentel promete vender caro a derrota de João Pessoa. O campeão brasileiro de 2011, Wesley Matos, lesionado, fica de fora. No feminino Fernanda Garcia também deve confirmar o seu favoritismo, mas tem na jovem Luisa Baptista Duarte uma adversária muito difícil. Nas categorias de idade, além do titulo brasileiro, a prova vale vaga para o Campeonato Mundial que será em outubro, na Nova Zelândia. Na madrugada de sábado para domingo, os que conseguirem resistir ao sono terão a oportunidade de acompanhar a disputa brasileira no Japão, na World Cup Ishigaki. Esta prova é a mais tradicional do circuito da ITU. É realizada desde 1996 e está na sua 17ª edição. No feminino será uma grande oportunidade para pontuação. Por não estarem várias atletas europeias, que estarão competindo no Campeonato Europeu, a prova em Ishigaki promete grandes surpresas e a estratégia de prova pode decidir as primeiras colocações. Algumas adversárias diretas da brasileira Pâmella Oliveira na disputa pela qualificação olímpica estarão na prova, particularmente a equatoriana Elizabeth Bravo. As japonesas, por competirem em casa, serão grandes adversárias e prometem uma natação “pra morte” o que pode favorecer a brasileira. Um top 10 para a brasileira, chegando na frente da equatoriana seria um grande resultado. No masculino, a disputa segue interna entre os brasileiros. Diogo Sclebin tentará superar seu melhor resultado em World Cups, que foi o 8º lugar, obtido em Edmonton. Caso consiga esta marca, dependendo dos resultados dos outros brasileiros, Diogo pode carimbar seu passaporte para Londres. No entanto Bruno Matheus, Juraci Moreira e Fábio Carvalho prometem levar esta disputa até a última prova, em Madrid, dia 26 de maio. A prova de Ishigaki traz boas recordações para os brasileiros. São vários resultados de Top 10. Em 1996, ano de estreia da prova no circuito mundial, Leandro Macedo foi o 2º colocado e Alexandre Manzan foi o 3º. No feminino, o melhor resultado até hoje foi obtido por Carla Moreno em 2002 e Mariana Ohata em 2003, com a 5ª posição. Agora resta torcer para o triathlon brasileiro neste fim de semana.
fonte:cbtri
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quarta-feira, 18 de abril de 2012
IRONMAN ÁFRICA DO SUL
A prova que conta com a presença de outro compatriota, Ivan Albano, tem um start list fortissímo, como o Campeão Raynard Tissink, Petr Vabrousek, Michael Wetzel, entre outros grandes atletas do cenário internacional.
Seu próximo destino será a cidade de Florianópolis, onde no ano de 2011 terminou a prova com a excelente segunda colocação sendo o melhor resultado de um atleta brasileiro no Ironman Brasil
Estas 2 prova decidirão se Guilherme irá precisar ou não competir atrás de mais pontos para o Campeonato Mundial, desta forma 2 bons resultados são imprescindíveis para que o atleta possa descansar e somente focar para Kona em outubro.
Você pode acompanhar a prova pelo site www.ironmanlive.com ou pelo site da prova: www.ironmansouthafrica.com
terça-feira, 17 de abril de 2012
Manocchio Runners
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Shorte Long Distance Caioba
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Corrida Olímpica
Qual a melhor idade pra começar a nadar?
Alguns atitudes são mais radicais como é o caso da Bélgica que desaconselha natação para menores de 1 ano para diminuir risco de infecções.
A partir desta idade, porém, o país recomenda o esporte inclusive para crianças asmáticas.
Em abril de 2001, a pasta pediu a um grupo de especialistas que fizesse uma análise dos riscos de asma derivados do cloro das piscinas. A conclusão do comitê foi de que a natação tem mais benefícios do que riscos, desde que feita depois que o bebê completa um ano.
Em nota à imprensa, o Conselho Superior de Saúde da Bélgica afirmou que os bebês com poucos meses de vida não obtêm benefícios reais da natação, uma atividade que se tornou comum a partir dos anos 1960, com o intuito de familiarizar o bebê com o meio aquático e melhorar sua coordenação. Segundo o jornal belga “Le Soir”, cerca de 15% das crianças belgas pratica o esporte antes de completar 1 ano.
Entre as infecções que os micro-organismos poderiam causar em crianças muito pequenas, estão as dermatites, especialmente naqueles que já têm a pele sensível, e as otites.
O mesmo documento diz que, depois de 1 ano de idade, a natação está liberada, mesmo para os que sofrem de asma, porque “não há qualquer evidência de que os centros esportivos sejam fonte de asma ou outras infecções”.
Os especialistas belgas fizeram ainda uma série de recomendações básicas para evitar qualquer problema com os pequenos nadadores.
Entre eles, evitar que engulam água, dar-lhes banho com sabão antes e depois da aula (o que vale também para os pais que entram na piscina com os filhos) e não levá-los à natação caso estejam com diarreia.
No Brasil, não há ainda trabalhos atestando os benefícios ou malefícios da natação para crianças de poucos meses de vida.
Mas os pediatras recomendam alguns cuidados básicos.
— Se a mãe optar pela natação, que escolha uma piscina mais salinizada e num lugar em que os profissionais sejam rigorosos, e peçam atestados tanto das crianças quanto do responsável que for entrar na piscina com ela — diz a pediatra Kátia Jerman. — Mas que os responsáveis não achem que ela vai aprender a nadar nesta idade: nesta fase, a piscina é mais um lugar de brincadeiras, de relacionamento com os pais ou cuidadores, o que pode ser obtido também de outras formas, até em casa, e não necessariamente numa aula de natação.
Se os pais preferirem levar o bebê a um clube, recomenda a médica, o ideal é que levem também a piscininha dele. De qualquer forma, ela lembra que o risco de infecção está ligado ao estado geral da criança.
— As crianças até os 6 meses têm os anticorpos maternos e, se a mãe continua amamentando depois, ela está mais protegida de infecções— diz Katia. — Em todo caso, se a criança estiver doente, não se deve levá-la para a natação. E uma criança que costuma ficar resfriada não deve fazer esta atividade.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Triathlon de Guaratuba
Neste final de semana nossa equipe desceu até o Litoral Paranaense para a a 1ª etapa do Paranaense de Sprint Triathlon.
quarta-feira, 21 de março de 2012
Ironman África do Sul
No dia 22 de Abril de 2012 acontece mais uma etapa do Circuito Ironman, desta vez na África do Sul, que somam pontos para a grande final no Hawaii.
segunda-feira, 19 de março de 2012
Guilherme faz 3º no Brasileiro de Longa Distância no Ceará
quinta-feira, 15 de março de 2012
Entrevista a Cbtri Guilherme diz estar 100% para o Brasileiro de Longa
Sempre lúcido e com os pés no chão, Guilherme (que atualmente é um dos maiores nomes da América do Sul também em provas de Ironman) afirma estar pronto para mais este desafio.
Distância - Gosto de competir nas distancias de 3 - 80 - 20 e o Ceará se parece muito com o Havaí em termos de calor, umidade e ventos. Na realidade o Havai, dizem ser ainda pior. Mas acho interessante acostumar meu corpo com o clima. E sempre gostei da prova e da hospitalidade do povo do Ceará. Esse ano inclusive farei uma mini palestra numa academia local para incentivar a garotada.
O gosto por desafios - Força mental é o que difere os melhores atletas dos bons atletas. Também faço essa prova pra entender como posso ter pensamentos positivos com o clima bem difícil. Pra mim o Sol e calor são difíceis de superar. Mas eu gosto de desafios.
Programação – Cheguei nesta quarta. Reconheço o percurso quinta e dou a palestra. Faço a prova no sábado a 100 %. Queria Agradecer a meus patrocinadores Asics, Japi, kuota e Aquasphere.
segunda-feira, 12 de março de 2012
8ª Corrida Noturna UNIMED
Na maravilhosa noite de sábado, aconteceu na Universidade Positivo, a famosa Corrida noturna da Unimed, a qual contou com mais de 3.500 atletas inscritos nas distâncias de 5km e 10km.

